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23 setembro 2016

Cada macaco no seu galho


É estranho pensar que muitas vezes damos uma situação por resolvida, quando na verdade ela tem que se resolver todos os dias, cada segundo.

Falo constantemente, alerto meus amigos, fiquem atentos com o que chamo de ''outros visitantes'', energias maléficas que se vestem de seres humanos e circulam pelo mundo, se alimentando de nossas emoções ruins.

Muitos dizem que você tem que estar alinhado para encontrar com essas pedras no caminho, mas pelo o que tenho visto não se precisa de tanto, eles estão por todas as partes e procurando confusão, precisam desestabilizar os outros para poder viver.

A quem não pertence a esse mundo sombrio só resta identificar essas energias, esse é o ponto.

Eu vinha caminhando pela rua, em um dia de primavera, uma pessoa cruzou meu caminho, me provocou e eu reagi na hora.

Até aquele momento pensei que essa pessoa, que conheço há um bom tempo, era apenas uma pessoa desequilibrada, perdida no planeta. Não tinha identificado como alguém que não se mexe em energias humanas. Durou minutos a discussão, mas suficiente para drenar minha energia e me irritar por uns dias.

Há pouco tempo descobri isso, argumentar, discutir, brigar com um humano é uma coisa, com outras energias é outra. Humanos nos cansam, irritam, fazem chorar, mas nada comparado aos ''outros'', que nos arrancam a energia, dobram nosso estômago, dão uma sensação ruim cada vez que lembramos deles.

Tem sido para mim uma luta, identificar com quem estou falando, mesmo sendo rápido de saber, ainda bem, se a gente se esforçar consegue perceber que não estamos lidando com energias humanas e a discussão ali entrou em outra sintonia.

Todos os sinais físicos disparam, quando alguém de outros mundos invade o nosso, o corpo sente e reage, muitas vezes essas energias são tão sinistras que nem precisamos falar com a pessoa, só de longe já nós sentimos mal.

E eles circulam pelo mundo, vestidos de gente, sorrindo, mas na hora do confronto trazem a força de mil demônios.

O mais incrível é que depois a gente fica pensando, mas poxa, essa pessoa cruza o caminho, provoca, em troca de que? Da nossa energia, essa que a alimenta.

Só resta ficar atento, com os olhos abertos, atravessar a calçada, não se distrair nem por um minuto.

Saber que os demônios existem e circulam entre nós, não é suficiente, temos que estar acordados todos os segundos, quando se aproximam devemos dar uns minutos de espaço, para ver com quem estamos lidando. Se o corpo começa a avisar, sentir enjoos, coisas assim, então estamos na frente de um demônio. E eles conseguem dominar nossa energia por dias, puxam por todos os lados, lembramos da pessoa e nos sentimos mal.

Eu vejo esse demônio circulando pelas ruas, está perto e não posso fazer nada, mas pelo menos já identifiquei, durante um bom tempo pensei que era humano e suas loucuras nunca me tiraram do sério, mas agora que sei quem é.

E vale aquele conselho, passem reto, nunca se encara o demônio, para que as energias não se liguem pelo olhar, a gente ignora e continua caminhando. É claro que ele reage, surta, vai atrás, mas temos que seguir em silêncio, rezando, até ele se afastar.

Esses demônios não param e não se dão por vencidos, mas a única maneira de escapar deles é ignorando e rezando, não tem de outra.

E alguns são bem difíceis, é simples dizer a uma pessoa ''se você desconfia que fulano é um demônio, se afaste'', sim, mas muitas pessoas trabalham com um demônio ou vivem em uma casa onde tem um, para o nosso azar todos temos demônios por perto, não temos como fugir do convívio deles.

Errei em reagir, me arrependo profundamente, se soubesse as consequências, se tivesse percebido que não era humano, teria ignorado os horrores ditos.

Ter consciência de que existem demônios vestidos de pessoas não é o suficiente, temos que aprender a evitá-los e jamais, jamais, confundi-los com seres humanos, demônios não discutem para convencer o outro do seu argumento, eles brigam para puxar nossa energia.

Quando eu era pequena escutava muito uma frase ''cada macaco no seu galho''.
Ao crescer a frase me horrorizava, me dava a impressão de que pessoas não podiam se misturar entre elas, que diferentes níveis sociais não dialogam e as diferenças separam. No meu conceito de vida isso ia na contramão de tudo que acredito, sou a favor de derrubar todas as paredes e que todos possam conviver com todos de maneira pacifica.

Mas agora entendo a lógica atrás dessas frases supostamente separatistas, os mundos não podem se misturar, em teoria nem deveriam se alinhar, não podemos como humanos permitir a convivência com os demônios, eles que fiquem nas profundezas do inferno, infelizmente não é tão simples, eles precisam da energia humana para circular no planeta.

Silêncio não é resposta, é proteção. Não verbalizar nada na frente deles, não responder agressões, não cair em provocações, tudo isso nos blinda e não dá espaço para eles puxarem nossa energia, quem já passou por isso sabe que eles puxam de maneira tão violenta que podem te deixar com uma dor de cabeça durante dias.

E não dá para caminhar na rua tranquilamente, temos que estar atentos, porque de repente eles pulam na nossa frente como macacos. E vale o ditado, é melhor ficar quieta, não dizer nada e entender o que significa cada macaco no seu galho. Na luta pelas energias, pelo planeta, não resta nada além de cada um ficar no seu galho em silêncio e rezar. E que Deus nos proteja.


Iara De Dupont

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