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29 dezembro 2015

Uma ideia fantástica


Uma amiga me perguntou:

-Já passou a ressaca da ligação?

Não tive e ainda me surpreende não ter tido nenhuma ressaca com a ligação. Ok, bebi, liguei e disse a um Romeu do passado que ainda o amava, mas não me arrependo, de um certo modo eu me devia isso e talvez a ele, depois de ter dado um cano no rapaz.

Essa ressaca de quebrar celular e apagar o número não tive. Também não me jogo na parede perguntando como fui capaz disso, pelo contrário, analisando friamente meu ano foi meu primeiro gesto espontâneo, apaixonado e impulsivo, depois de um tempo calculando tudo.

Se teve dor, ressaca ou sensação ruim, foi quando recebi a resposta dele, dizendo que estava viajando e me desejava ''feliz ano novo''. Não chorei nem me descabelei, talvez no fundo eu já soubesse, mas teve seu momento de dor. Ninguém liga para alguém que ama, diz que continua amando e quer ouvir um ''feliz ano novo'', isso não existe, quem liga dizendo que ama pelo menos tem a vaga esperança de escutar algo parecido. Saber que as águas que me mexeram não fizeram nenhum estrago nele, doeu. Eu sabia dos riscos, até porque fujo dessas declarações, nunca soube lidar com a rejeição de quem amo, me parece a pior das dores. E escutei durante anos de muitos homens ''eu te acho ótima amiga'', por isso parei de me declarar, não quero mais escutar essa frase.

Mas nos últimos tempos resolvi queimar essa etiqueta de boa amiga, se eu gosto do Romeu, dispenso essa amizade, não banco mais a fofa nem a amiguinha disponível para escutar seus lamentos. Só tenho um ex-Romeu no meu celular, mas ele é caso sério, mesmo antes do namoro já éramos amigos, sempre fomos unidos pelo mesmo humor e ao terminar o namoro ele insistiu na amizade e eu apaixonada aceitei, acabei levando e hoje não abriria mão dela. Mas dos outros quero distância, se não querem meu amor, tudo bem, direito deles, mas eu não quero mais uma amizade falsa nem sintética, movida pela esperança de um dia ser diferente.

Já escutei mil vezes ''ligou pra quê se sabia que iria dar merda?''. 
Pois é, não sabia, eu tinha duas respostas  na cabeça, ele poderia dizer sim ou dizer não, e disse não, direito dele e foi educado.

Ah, se ele tivesse também dito que me amava! É, se tivesse né, mas não falou. E no fundo não me iludo, conheço bem esse Romeu e sempre teve um temperamento lento, vive na dúvida, me diziam que era culpa do seu signo, libra, mas acho que é a essência dele estar sempre duvidando, demorando para agir e quando se mexe fica se perguntando se não era melhor a outra alternativa.

De vez em quando fico muito chateada com essa história, porque nem eu entendi como mexeu tanto comigo. Quando fico triste me sinto sozinha, não posso mais falar sobre esse assunto com meus amigos, porque me dizem ''não falei?'', ''não aguento mais escutar o nome desse cara'', ''esquece'', ''desencana'', ''já foi'', ''viajou na maionese né Iara'', minha mãe vai logo dizendo ''pelo amor de Deus, se falar o nome dele de novo eu te jogo a cadeira na cabeça''. Ninguém quer conversar comigo a respeito, me jogam a culpa como se eu pudesse controlar o que estou sentindo, como se tivesse sido minha escolha gostar ainda dele.

Em algum momento a situação iria dar onde deu. A gente estava mantendo a conversa virtual, mas eu já me perguntava o motivo dele ter me procurado, isso teria vindo à tona e ele teria dito a mesma coisa que disse ''feliz ano novo e tchau''. 
Ainda acho que existe um ponto positivo, pelo menos aconteceu agora no fim do ano, não vou carregar o ano que entra esse rolo, aconteceu em 2015, deu merda em 2015, fica em 2015. Não vou mais pensar no assunto e encerro qualquer dívida carmática que tenha com ele. Fiz uma besteira há vinte anos, o deixei esperando e mudei tudo. Ele apareceu agora, me desculpei e assim nos liberamos de tudo o que pensamos ou sentimos naquela época.

A rejeição de um homem que gosto sempre feriu meus sentimentos mais profundos, não sei o motivo, mas é o que acontece, talvez por isso eu seja tão cuidadosa com relacionamentos e precise mesmo de muito saquê para ligar e dizer que amo.
Consigo manter minha autoestima funcionando, mas se o homem que eu amo me rejeita tenho que ligar o mecanismo de emergência, para não afundar, me sinto péssima.
Já me disseram para não ser assim, não depender de ninguém para me sentir bem, mas não é ''ninguém'', é Romeu!

Nunca tive essa necessidade de chamar a atenção, tenho amigas e amigos que gostam disso, se arrumam e ficam chateados se entram em um lugar e as pessoas não reparam. Convivi com todos os tipos de atrizes, atores e artistas e via em alguns deles essa necessidade de serem vistos e admirados em qualquer circunstância e quando isso não acontecia, o mundo explodia. 

Eu jamais me senti assim, não gosto da atenção virada para mim nem sonho em que todos os homens do mundo reparem nos meus longos cabelos negros, eu só quero que o Romeu que eu gosto olhe para mim. Não sonho com milhões de olhos em cima de mim, mas com o olhar dele.

E quando penso nesse Romeu lembro de uma história da época que eu o conheci.
Meu primo tinha uma namorada e ficamos muito amigas. Sempre a considerei como uma irmã gêmea, mas ela é muito melhor do que eu, mais inteligente, compassiva, esperta, independente. A amizade deu certo e se fortaleceu quando o namoro com meu primo, que era ciumento, terminou.

Ela nunca superou esse fim, era apaixonada por ele e até hoje me impressiona pensar como um homem deixa uma mulher daquelas escapar. 
O namoro dela terminou na mesma época que o meu com o Romeu, então saímos para comer e lamentar nossa sorte. Ela chorava pelo Romeu dela e eu pelo meu.

De repente percebemos que sair para comer batatas fritas já não era suficiente para amenizar a dor da perda, então nós duas tivemos uma ideia brilhante: começamos a ir a cartomantes, gente que lia o café, a mão, enfim, qualquer pessoa que pudesse nos responder: ele vai voltar?

Eramos bobas, ingênuas e apaixonadas, não fazíamos nada na maldade, mas acabamos conhecendo metade da Cidade do México que dizia ler o futuro.

Um dia nos disseram sobre uma moça que sabia ler as cartas e fomos lá. Era no fundo de um mercado, um ambiente pobre, sujo, cheio de terra, cheirava a lixo, cheio de restos, como o de uma feira livre. 
Chegamos lá e era uma casa pequena, até o fim do corredor e tinha um pequeno terreno bem cuidado. Reparei logo nisso, o ambiente era caótico e emporcalhado, mas a casa e seu terreno estavam limpos e bem conservados, como se não pertencessem a aquele lugar. Na porta, perto de um pequeno jardim, tinha um menino de uns sete anos em uma cadeira de rodas, que abriu um sorriso gigante e perguntou se estávamos procurando sua mãe. Confirmamos que sim e ele na sua inocência disse:

-Oba! Então vocês vão pagar a consulta né? 

Minha amiga riu e disse:

-Por quê? Será que tua mãe aceita nos receber sem cobrar?

E o menino respondeu:

-Não! A gente vive disso e se vocês pagarem a consulta depois ela me compra uns carrinhos!

Olhei para o chão e vi um monte de carrinhos, mas não eram esses bonitos, de marcas. Eram uns bem baratos, de plástico, com apenas um cor, sem detalhes.

A moça apareceu e perguntou quem seria a primeira, avisou que a casa era apenas um cômodo e era bom entrar apenas uma. Minha amiga entrou e eu fiquei no jardim, com o menino, esperando. Me sentei em uma cadeira e perguntei a ele porque queria tantos carrinhos. Ele me explicou que tinha muitas formigas ali porque tinha grama, mas elas iam para o concreto, em direção ao mercado e morriam esmagadas, então ele fez um caminho com seus carrinhos, elas pegavam o ''atalho'' subindo nos carrinhos e não morriam esmagadas, assim podiam levar os pedaços de grama onde queriam.

Achei aquilo tão meigo, eu já estava de coração quebrado, na minha visão míope da vida me perguntava porque Deus tinha colocado um menino em uma cadeira de rodas em um ambiente tão abandonado. Tenho vergonha de dizer isso, mas fiquei com pena dele e do seu sorriso aberto. Quando ele sorria eu pensava ''mas por quê ele sorri, se está em um lugar desses, em uma cadeira de rodas?''.

A ideia dos carrinhos me pareceu incrível e disse isso a ele, o parabenizei  e ele me respondeu:

-É, a ideia é boa, mas sabe, eu sou uma ideia fantástica de Deus!

Depois de dizer isso ele mudou de assunto, começou a me explicar sobre a grama na chuva, a quantidade de água que retém, enfim, entendi que o assunto das formigas e da grama era sua paixão.

A consulta acabou, minha amiga saiu e eu entrei. A moça leu as cartas, mas eu não lembro se acertou alguma coisa ou não.

Na hora de sair comentei com ela que seu filho era uma graça e ela me respondeu:

-Não é? Quando o vejo penso nisso, como Deus é capaz de ter tantas ideias fantásticas? Deus pensou que ninguém liga para as formigas e a terra, então deve ter dito ''vou mandar o menino para resolver isso''. Ele tem um problema hereditário, não pode caminhar. Mas se ele pudesse não olharia para as formigas! Não é fantástico como Deus tem essas ideias e pensa em tudo? Ele vai crescer e diz que vai estudar biologia, quer defender as formigas que saem da grama, vão para o concreto e morrem esmagadas.

Eu lembro até hoje dessa mãe, não devia ter nem vinte e cinco anos. Jovem, sozinha, morando nos fundos de um mercado sujo e com uma criança em cadeira de rodas, mesmo assim teve uma visão maravilhosa sobre o que acontecia, na hora percebi que era uma ''bruxa'', alguém com capacidade de ver além do que todos nós vemos.

Minha amiga se apaixonou pelo menino e quis voltar para levar uns carrinhos e umas pontes. Fomos várias vezes, sempre entrávamos para consulta e o menino sempre nos recebia com um sorriso aberto, depois de duas vezes nos dizia ''já chegaram minhas namoradas''.

Um dia minha amiga me ligou, pedindo para ir com ela na moça das cartas. Eu não tinha vontade, mas pediu tanto que aceitei. Meu instinto me dizia que tinha alguma coisa a ver com meu primo, mas essa parte da história era delicada, eu tenho horror a meu primo e sempre o achei um monstro, por isso não falava sobre ele com minha amiga e como ela era muito apaixonada por ele e sabia meu ponto de vista, também evitava dar detalhes, mas naqueles dias ele estava ''brincando'' com ela, ligava dizendo que amava, depois mudava de ideia, queria voltar, mas não queria. Estava jogando de maneira porca e inaceitável e se aproveitando da fragilidade dela, que passava por uma situação terrível, era órfã de mãe e pai e o irmão acabava de cair doente. Era ela que cuidada da família, estudava e trabalhava e o bosta do meu primo sabia da situação dela e a usava.

Fomos a moça das cartas debaixo de uma chuva forte. Chegando lá foi um sufoco entrar, tudo estava cheio de lama e não dava para esperar fora, entramos as duas na casa, no sofá o menino assistia televisão e a moça cozinhava alguma coisa.

Minha amiga começou a conversar e dizer que precisava de alguma coisa para tirar esse encanto, não queria mais pensar no meu primo. A moça recomendou uns banhos de flores e uma planta que se chama ''corta-raiz'. Anotamos tudo e a moça disse a minha amiga para tentar para de pensar no namorado. 
Eu não sabia na hora, fiquei sabendo depois, mas a urgência da minha amiga era arrancar o que estava sentindo, o irmão dela estava internado e teve uma parada cardíaca de manhã, ela ficou desesperada e ligou para meu primo, pedindo apoio e ele respondeu que não poderia dar apoio porque a psicológa dele tinha dito que os problemas da namorada eram os problemas da namorada, não dele, então ele não poderia fazer nada. Se sentindo sozinha ela me ligou e quis ir na moça das cartas.

O menino ficou escutando tudo e de repente disse:

-Ô, aqui em casa só vem moças como vocês, sempre querem saber do namorado.

Respondi para o garoto:

-Não tira sarro, daqui a pouco você cresce e vai estar assim, se perguntando porque Julieta não te liga!

E ele ficou sério e disse:

-Deus me livre! Eu vou fazer o que minha mãe diz, só vou amar e querer quem me olhar e pensar ''esse menino é uma ideia fantástica de Deus''.

A mãe começou a rir e falou:

-Eu digo isso a ele todos os dias, você é uma ideia fantástica de Deus e não aceite ninguém que não pense da mesma maneira. Deus faz cada um com seus motivos, que só ele sabe, mas todos somos uma ideia fantástica dele, olha como as pessoas são diferentes em todos os aspectos, isso é um conjunto das ideias de Deus.

Se virou para minha amiga e disse:

-Não fale mais sobre esse teu namorado, ou ex, não sei, não vou mais jogar as cartas. Você não precisa dele e procurá-lo ofende a Deus, ele não te fez para mendigar amor e estar com alguém que não reconhece sua obra. Olha para você! É bonita, tem boas condições econômicas, um coração puro, você voltou para trazer carrinhos para meu filho! 
Vocês duas entram aqui e falam com ele, tem gente que fica tão constrangida de ver uma criança em cadeira de rodas que o ignora. Vocês vem, trazem brinquedos, conversam com ele, se comportam de maneira natural, porque isso aqui não é o ambiente de vocês.
Tem pessoas que me dizem ''venha a minha casa ler as cartas porque me deprime ver teu filho em cadeira de rodas no meio de um chiqueiro''. Eu não posso ir porque não posso levá-lo. E não me deprime onde vivo, é uma fase, um momento, Deus sabe o que está acontecendo. Mas sabe o que me deprime? Ver vocês duas esperando que as cartas digam que dois idiotas vão voltar! E vocês ainda me pagam para isso! Eu recebo porque preciso e tento orientá-las, mas estou vendo que não consegui. É deprimente para mim ver vocês duas aqui, quando as vejo chegar logo penso ''ai meu Deus, perdoa essas moças que não sabem reconhecer tua grandeza''. Eu tenho pena de ver duas moças tão bonitas, simpáticas, de coração bom, aqui, esperando uma resposta que não existe. Querem que eles voltem? Querem amor? Não vai certo. Enquanto vocês não reconhecerem que são uma ideia fantástica de Deus, que pensou em todos os detalhes, cada coisa que vocês são é um pedaço da ideia de Deus na hora de criar o conjunto, tudo em vocês ele pensou e escolheu cada detalhe e olha que ideia fantástica! Vocês são tão bonitas por fora como por dentro, são risonhas, meigas, grandonas e amáveis, ele não erra em ninguém, e enquanto não perceberem isso nada vai mudar no amor para vocês. Um dia vocês vão entender o que estou dizendo, não procurem migalhas nos olhos de um homem, procurem aquele que as vê e pensa ''essa mulher é uma ideia fantástica de Deus''. E deve ser assim para tudo, vocês são uma ideia fantástica de Deus na sua família, trabalho e amigos. E até para quem não as conhece, como meu caso. Eu olho vocês e penso, que fantástica ideia de Deus duas moças tão bonitas e com um coração puro. 

Nos levantamos para sair e minha amiga abriu a carteira para pagar a consulta, a moça colocou a mão em cima e disse:

-Não precisa, hoje não foi consulta, era só um conselho, ou melhor, um aviso, pare de estragar sua vida com homem que não te quer.

Minha amiga, que para mim sempre foi um ser de outro mundo, de tão elevada, respondeu:

-Não é o dinheiro da consulta, é o dinheiro dos carrinhos.

E o menino disse:

-Opa, aí sim! Mas não estou mais comprando carrinhos, agora compro livros sobre formigas. 
Tenho um cofrinho e vou colocando o dinheiro que minha mãe me dá e depois vou e compro os livros.

O menino estava sentado no sofá e o cofrinho estava na mesa ao lado, então o agarrou e mostrou. Vi quando minha amiga se aproximou e colocou o dinheiro, ela esvaziou sua carteira, deixou tudo ali. E pode parecer um gesto simples, até porque ela estava bem de vida, mas ela fez de coração e os olhos do menino brilharam e ele disse baixinho ''com isso aí acho que a gente paga o aluguel esse mês''.

E minha amiga respondeu:

-Tua mãe tem razão, você é uma ideia fantástica de Deus, como ele conseguiu colocar tanto amor em um corpo tão pequenino?

E ele falou:

-Ainda não posso me casar com você, porque sou criança, mas ache alguém que te diga a mesma coisa: você é uma ideia fantástica de Deus.


Iara De Dupont

4 comentários:

Patricia Gabriel disse...

linda historia,sem palavras aqui...!

C.Belo disse...

Que ternura esse menino! Juro q fiquei com vontade de fazer uma visita resolver uma pá de coisas na vida deles! E que bela forma de descrever o sentido de nossas vidas: "uma ideia fantástica se Deus".

Estou agora me perguntando, se sou uma ideia fantástica de DEUS, que ideia teria sido essa! Eu até hoje não descobri rs

Iara De Dupont disse...

Ah, Cris, fala sério! Você é uma das mais fantásticas ideias de Deus, pergunta pra Manu e para todo mundo que te conhece. Deus fez em você uma mulher forte, corajosa, divertida e ainda por cima toda gostosona! Tem ideia mais incrível do que essa, criar uma mulher inteligente e toda charmosa? Além disso ótima filha, mãe, esposa, trabalhadora e amiga! Você é a prova da teoria, Deus teve uma ideia fantástica ao te fazer......

Anah Vizoto disse...

Eu daria tudo por um mundo com mais pessoas como esse menino, ele é realmente uma ideia fantástica de Deus, sua sensibilidade é a coisa mais pura que já "vi", juro. E o pior, toda a sabedoria da mãe dele nos faz refletir... somos sim ideias fantásticas de Deus, mas por que nos perdemos no meio do caminho?

Iara, você conheceu tantas pessoas boas e sábias durante sua vida (sua abuelita, bruxas, alguns amigos sábios...), sinta-se privilegiada por isso e pare de alimentar o ego de quem não merece, pessoas mesquinhas que vivem por atenção, aplausos e que te detonam na primeira oportunidade. Você merece pessoas que te façam bem, que te façam sentir como uma ideia fantástica de Deus.

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