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30 agosto 2013

Victor (da dupla Victor e Leo) se separa (amor de tempos modernos)




Victor e Claudia: tempos modernos
Esta semana saiu um comunicado avisando que o cantor Victor da dupla sertaneja Victor e Leo se separou de sua mulher Claudia Swarowsky.
E os românticos do twitter surtaram. Imagina, apenas seis meses de casamento!

Eu não conheço o casal nem tenho a menor ideia de porque se separaram, mas tiveram uma ótima assessoria que no comunicado colocou  ''
(...) O tempo de cada um não é julgável. Se, pelo fato de não durar para sempre, nada valesse à pena, também não valeria à pena viver''.


Diante de tantos comunicados cretinos e sem noção esse merece os parabéns por usar uma frase tão genial e tão verdadeira.

O tempo de cada um no amor não é julgável, mas não sabemos disso. Eu cresci com a ideia de que o amor é eterno, como se eu fosse também. E talvez até sou, segundo algumas doutrinas espirituais, mas eu não posso provar isso, então o meu amor também não seria assim tão eterno.

Acredito no elo entre mães e filhos e esse amor deve ser eterno, mas nem sei se é verdade, porque muitas coisas ditas também são conversa mole. Mas quanto ao amor que sinto por um ou outro namorado, não acredito que seja eterno mesmo, deve ter um prazo de validade, não acredito mais em histórias de pessoas que ficam a vida inteiras juntas, quase que congeladas no tempo. Deve ter, com certeza, alguns casais, que realmente se amem depois de tantos anos, mas o amor parece ser nestes novos tempos uma coisa mais flexível e intensa.


Eu prefiro seis meses amando intensamente do que dez anos arrastando correntes. Prefiro uma semana de amor, do mil meses de amor morno, quase esfriando.


No site Terra saiu uma pesquisa que garante que as pessoas se apaixonam apenas duas vezes na vida. Faz tempo que não leio uma coisa tão deprimente. Duas vezes? É um número vergonhoso, uma vida inteira, pelo menos se pensamos em um ser humano que nasce e chega aos 80 anos e se apaixona a partir dos 20 anos, isso quer dizer que em um período de 60 anos só vai se apaixonar duas vezes? É pouco demais. A vida é tão cheia de subidas e descidas que é triste pensar que só vamos estar realmente apaixonados duas vezes. É um número pequeno e miserável, longe da capacidade de amor de um ser humano. Mas isso deve ser nossa culpa, porque amor é uma coisa, fantasiar é outra. Sei de gente que se casa apaixonada e ainda insiste em manter a ideia, apesar do barco já ter afundado.


O amor não muda, mas a ideia do que ele é muda, eu não acredito mais no que me diziam que o amor era, também achei que era eterno e se anos atrás eu tivesse me casado e separado em seis meses eu ia estar batendo a cabeça na parede, mas hoje acho seis meses um tempo válido, se o amor foi bom apenas durante seis meses é melhor mesmo separar e preservar a memória.


Meus amores mais queridos são aqueles que meio que acabaram quando as coisas ainda não tinham terminado, assim permanecem congelados na minha memória com todo o amor. Mas eu acreditava antes que o amor era como um incenso, tinha que queimar até o fim, caso contrário não valia nada. Isso nunca dá certo, pessoas saem machucadas quando sentimentos são arrastados e tentamos reviver eles o tempo inteiro.


O tempo do casal Victor e Claudia só eles sabem, mas se foram felizes durante seis meses, valeu a pena o que se viveu.

Correr atrás do eterno fere muitas coisas, porque todos nós mudamos o tempo inteiro e o que amamos loucamente agora não é nosso amor amanhã, mas a ideia de querer estar ali e fazer aquilo transcender no tempo nos atormenta e nos persegue.

Amor deve ser como um dia de sol, só traz alegria, mas a noite chega e às vezes é gelada. E depois ainda vem a madrugada.

O pessoal romântico sofre porque quer. Eu também gostaria de congelar o amor, mas ninguém pode fazer isso,também sonhei com parar o tempo, mas não consegui. Amor a gente sente, não é pra guardar no armário esperando que ele fique lá trinta anos. Ele muda, se transforma, eu acredito que se alguém ama é para sempre, o sentimento fica no momento que aquilo foi vivido, mas não sobrevive ao resto do tempo, os elos se rompem, a gente preserva a memória do amor que sentimos, por isso ele é eterno,mas na vida real as coisas mudam e as pessoas também.

Zé Ramalho já dizia isso em uma música ''Quem tem amor na vida tem sorte''.

Amor é mesmo sorte, aquela que chega sem avisar e pode mudar tudo, por segundos, por anos, por semanas, por meses. Apenas muda, mas com prazo de validade, quem tem sorte pode durar um pouco mais, outros duram menos. E talvez a sorte no amor nem seja o tempo que ele dura, mas o fato dele ter chegado a nossa vida, de preferência várias vezes. Essa deve ser a sorte grande, o amor que sempre aparece em  tempos diferentes, às vezes dura um mês, às vezes anos, mas aparece. Quem tem amor na vida tem sorte.

Iara De Dupont 

3 comentários:

Anônimo disse...

Pelo menos no meu entendimento, amor e paixão são duas coisas MUITO DIFERENTES.
A paixão é fogo de palha, pode durar 6 meses, um ano, o que for. Mas não é para sempre. O que vejo no mundo dos famosos é isso, pessoas se casando por paixão, por puro tesão, e no primeiro probleminha que aparece, pensam em desistir. Não acredito que esse casal passou por seis meses 'amando intensamente', como você disse. Se eles conhecessem o amor verdadeiro, teriam percebido que vale a pena lutar pelo casamento.
O amor sim, é eterno.
E o que é mais ridículo nisso tudo são as promessas feitas diante de Deus, de honrar, amar, ser fiel ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE. E depois, divorciam... como se nada disso tivesse importância.

Anônimo disse...

Iara,eu acredito nessa pesquisa,e nao acho 2 vezes pouca coisa,claro que tem muita gente que se apaixona mais vezes. Tenho 38 anos,amo meu marido,mas NUNCA me apaixonei,nem mesmo na adolecencia,ja gostei sim de alguns,mas paixao mesmo,nunca. Ja tive muita vontade mas o que me consola e saber que embora deva ser muito bom mesmo como eu imagino nao dura muito,dizem as pesquisas que dura no maximo 2 anos,se for ate que dura muito. Nem todo mundo tem essa capacidade de se apaixonar,e nao digo so por pessoas,mas por uma causa,por um sonho,por uma profissao. Eu me considero uma pessoa feliz e de sorte,tenho amor na vida e amo,amo a mim mesma,amo minha familia,amo as pessoas,mas gostaria de saber o que [e paixao.

Bjs
Cris

Anônimo disse...

Realmente amor e paixão são distintos. A paixão, eu acho que tem mais a ver com a carne, com o tesão. Por isso muitos homens ou mulheres largam os companheiros em alguma etapa da vida para viver de novo aquela paixão. Porém pessoas assim poderão te largar a qualquer momento diante da velhice ou mesmo alguma enfermidade permanente. Á paixão vive na corda bamba, pois pode acontecer de alguém seduzir o seu companheiro e ele se apaixonar e largar a família. Agora o verdadeiro amor, esse não tem idade, não tem validade,mas tem respeito, carinho, amizade, lealdade. O grande problema de grande parte dos relacionamentos são o interesse financeiro e a intolerância. Quando não se tem amor e harmonia fica fácil terminar porque não havia sentimentos nobres!

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