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08 janeiro 2012

O fim do mundo tá demorando demais!




Na série The Big Bang theory um personagem Sheldon Cooper vive no seu mundo, se relacionando de maneira péssima com tudo fora dele, em teoria o personagem sofre da síndrome de asperger, uma espécie de autismo mais leve, mas na prática parece igual a milhões de pessoas neste louco planeta. Ele parece totalmente deslocado  no planeta e sem saber como lidar com as pessoas e situações ao redor dele. 

A primeira vez  que  assisti achei estranho, mas depois de algumas coisas que aconteceram acho que ele está certo, é melhor mesmo se concentrar no que queremos fazer e gostamos e apenas driblar o externo.

Hoje sai para caminhar em um parque aqui perto, coisa que faço de vez em quando. Sei que tem uma senhora que vai lá para deixar comida a uns gatinhos abandonados. Vi um dos gatinhos e quando ela passou perto de mim perguntei por outro. Do nada, ela surtou. Já me viu milhões de vezes no parque, já me cumprimentou, mas desta vez surtou, começou a dizer que não entendia meu interesse no gatinho se eu não ajudava a cuidar dele. Pois é, eu não sabia que ela precisava de ajuda. Vi várias vezes ela chegar de carro e colocar comida aos gatos, os mais velhinhos ela coloca patê e os mais novos ração. Se ela tivesse dito que precisava de ajuda, eu teria ajudado, mas ela nunca disse nada.

Mas se achou no direito de gritar horrores. Me chamou de egoísta e falsa amiga dos gatos. Depois de uns segundos, eu voltei a  caminhar, não escuto mais desaforo de gente louca. Porque a loucura humana é assim, ela acho um alvo e vai em cima e se você por acaso  passa perto, leva. É muito  invasivo você estar em um parque e alguém que nem te conhece começar a  falar desaforos.

Não deixo de reconhecer o trabalho dela e graça a isso os animais se mantém vivos, muitos já foram mortos lá. Mas eu não tenho culpa do que acontece e não posso adivinhar se ela precisa  de alguma coisa.

Fiquei com ódio de mim por ter falado com ela. Cada vez mais tenho a vontade de passar reto pelas pessoas, caso eu visse os animais sem comida, então eu levaria, e ponto, não falaria com nenhum ser humano na minha frente.

Tô achando que o Sheldon tem razão. O nosso mundo é mais confortável, quando saímos dele e lidamos com o outro podemos pegar um dia ruim e levar a culpa de coisas que não fizemos. Por que ela surtou? Não sei, nem me interessa. Nem encano muito, porque o que me importa é que os animais sejam cuidados, se não for ela, que seja outro, que seja eu, mas o resto sai sobrando.

Há um bom tempo não discuto mais. Se alguém começa a gritar, eu dou as costas e vou embora, aprendi a duras penas que não vale a pena, que a maioria das vezes as pessoas estão gritando com os próprios demônios, nem sabem quem está na frente delas.

O ano nem começou e o ser humano já me cansou. Tá longe demais o fim do mundo, dezembro de 2012. Porque agora com essa pressa de acabar o mundo as pessoas parecem cada vez mais loucas e desaforadas. O problema é que minha paciência e educação acabaram em 2011. Azar o delas, tô mandando a merda também.

Iara De Dupont

2 comentários:

Veronika disse...

Pois é, eu tb atraio loucos e loucas, passando por conhecidos e chegando em desconhecidos! Fazer o q, né? Tb não grito mais, nem dou bola, pq só PIORA a situação. Doido foi feito pra falar e xingar sozinho, e tenho dito!

Joice disse...

Bah, me identifiquei com o post... Faz alguns anos que eu descobri que não se discute com louco, até pq quem argumenta com louco é louco tbm, não é mesmo??? Então o melhor é isso aí mesmo, vira as costas e vai, eu sou obrigada a fazer isso até com a minha mãe, eu sei que ela é doida e nem sabe direito o que faz, mas, infelizmente, todo mundo tem problemas e com o nível dos meus problemas não tenho condições de aguentar nas costas os dela tbm. Eu passei seis anos e meio numa depressão muito chata e tive de aprender a viver desse jeito aí, passando reto, ignorando, me fechando... se paramos pra pensar é meio triste, mas é um jeito de sobreviver sem compartilhar da loucura... nesse sentido, realmente só o fim do mundo mesmo pra dar jeito...
Sobre os outros posts das mulheres ricas e da adriane galisteu, é brabo mesmo essa gente, mas o pior é que a gente acaba vendo essas coisas e de alguns programas até gostamos, tipo bbb que vai começar agora e que se eu começo a ver me vicio, é até vergonhoso... mas sei lá, acho que a gente se acostuma a tudo, infelizmente... e lá no fundo do ser, todo mundo gosta duma fofoquinha né, temos de lutar contra isso...
Sobre o post da novela mulheres de areia, eu tenho acompanhado qnd dá a novela e já tinha reparado nisso mesmo, é tri normal os maridos darem na mulher, teve uma q levou uma concha do homem e largou ele e ficou todo mundo dizendo que ele é um homem bom, que ela provocou e devia era voltar pro coitado... qnt a isso eu concordo com o que tu disse que as mulheres são mostradas como doidas, maníacas, perseguidoras e vingativas, mas aquele mesmo caso antigo continua vigorando, olha o papel da dira paes em fina estampa, é igual à mulher do valadão da antiga escolinha do professor raimundo, ela "gostcha", o cara já quebrou ela a pau algumas vezes nos primeiros tempos de novela e ela continua lá bem feliz se refestelando na cama com ele, a típica mulher de malandro, inclusive a outra lá da mulheres de areia que largou o pescador é mais revolucionária que essa de agora que não largou o homem em nenhum instante...
ô Sociedade bem boa essa nossa hein...
Bah, meu comentário virou um post!
beijos

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