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29 março 2011

Babás bolivianas e as sinhás brasileiras (a tragédia dessa união)

Babás importadas: tudo o que a sinhá está precisando


O que muda um país é atitude. Coisa que nós brasileiros não aprendemos e pelo jeito não vamos aprender. Em pouco tempo o Japão vai se recuperar, apenas porque tem a atitude certa, sabem trabalhar pelo coletivo e pelo país.

Aqui nesta terra tropical, do futuro e do passado melhores dias parecem não chegar. Tudo porque mesmo o país melhorando economicamente as pessoas continuam com a mentalidade de casa grande-senzala.


As pessoas trabalham mais, mas querem viver como no século 19, cercados de empregados e luxos bobos. Mesmo que um dia o Brasil se transforme em um país desenvolvido, nunca seremos como os americanos, que por mais dinheiro que tenham não enchem a casa de empregados, simplesmente porque não é economicamente inteligente e pela base protestante deles, sabem bem cuidar da casa.


Agora a nova mania em São Paulo são as empregadas e babás paraguaias. Porque o problema com as nacionais é o seguinte, elas têm vida própria, elas saem do emprego quando querem e se dão o luxo de não trabalhar nos fins de semana e ainda estão fazendo faculdade. Imagina só! Atrevidas! Não querem estar a disposição da sinhazinha! Então vão atrás de estrangeiras, sem família, sem amigos e sem papéis. Assim elas ficam em regime de semi escravidão, as ordens da patroa da casa grande.


Pode um país avançar assim? Não! Porque a mentalidade está errada. As pessoas querem enriquecer para ter escravos a disposição e vão buscar esses escravos onde for. Não se cria a mentalidade de respeito, de igualdade. Imagina a criança mimada com uma babá paraguaia, a mãe vai dizer o que se a criança bater nela, como muitas o fazem? ''Não tem problema, filhinho, se matar ela, mamãe compra outra!''.


O dinheiro sozinho não faz milagres e a classe média é capaz de horrores para se sentir rica. Por isso não somos o país do futuro, pelo contrário, nossas atitudes nos condenam a ser o país do passado, um passado que ninguém quer mudar.


Iara De Dupont 

2 comentários:

Lu Dantas disse...

Oi, Iara.

Concordo que a nossa mentalidade de colonizado insiste em persistir e a necessidade de dar o troco em quem está ao lado parece aumentar. Mas, ao mesmo tempo, acredito que as coisas estão por mudar. Se não for pelo caminho tranquilo e natural, será pela dor. O tempo nos dirá.

Bjs

Poeta da Colina disse...

Tiraram transportes, internet, comida, e tudo mais dos egipicios, e lá estavam no protesto na mesma praça, todos os dias.

Politicos roubam 20 milhões, aumentam seu p´roprio salário para 22mil, e a gente, no dia seguinte sai para trabalhar.

A gente não sabe que tem um país.

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