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24 janeiro 2011

Loucura dos outros


Loucura sempre é uma coisa que não entendemos. Todo mundo tem a sua, mas é quase impossível decifrar a alheia. Alguém alguma vez me disse que loucura, taras, traumas e complexos não se podem negociar, todos têm os seus. Bom, tudo isso é quase um ser humano inteiro, então seria adequado dizer que não podemos negociar ou entender outra pessoa.

Eu não entendo muitas loucuras. Não entendo quem judia de animal e de criança. Mas uma loucura que me deprime é a feita em nome do amor.

Aquele amor que arrasta uma tempestade, aquele amor que agride e passa por cima. E você fala com a pessoa, grita, berra, tenta mostrar de todos os jeitos que um ser humano que agride outro não merece ser amado nem pelo vento.
Mas a pessoa não entende. É aquele amor que virou doença. Admiro muito os homens nisso. Entregam seu amor com mais inteligência e em doses mínimas.
As mulheres não. Entram arrancando a própria pele, girando o mundo ao contrário, se jogando em abismos que nem são delas, são deles.

É triste de ver, deprimente de assistir tanto amor jogado no lixo. Amor é como um investimento, não se dá a qualquer um. Você escolhe e investe.


Mas o melhor investimento sempre vai ser você mesmo. Ninguém no mundo merece tanto amor e nem sabe o que fazer com ele.

E ao receber esse amor sem ser digno, passa em cima mesmo, maltrata , bate, faz o que quiser.

Não tenho pena dessas pessoas. Se você coloca o chicote na mão do outro e deixa ele te bater, você não é uma coitada.


É alguém que talvez confundiu tudo, achou que amor era tolerância, paciência aos humores do outro. Achou que ia ser feliz construindo sua vida com outra pessoa. Isso não existe. Só se pode ser feliz quando tua vida já está construída com você mesma, quando tua auto estima é o cimento. Sem isso você vira um capacho de porta, pisado por todo mundo que você receber de braços abertos.


Iara De Dupont

3 comentários:

Carol disse...

Aí. Li e pensei um pouco.... ótimo post!

Sandra Botelho disse...

É como se diz...De médico e de louco todo mundo tem um pouco.
Linda semana...Bjos achocolatados

Luciana disse...

Mas quando a gente consegue ser feliz sozinha?
Será que esse dia chega?
Até lá acho que vou ter 70 anos e daí vou poder me relacionar com um homem. Concordo que as mulheres fazem isso,mas não defendo a agressividade de ninguém que pisa em quem o ama. Você pode não conseguir amar o outro que te ama, mas daí a pisar nele, é porque vc é muito primitivo. Bem, certos homens são tão nefastos que eu não consigo defendê-los. Talvez eu já tenha dado chicotes à vários e sem saber porque apanhei,mas eu aprendi isso , e hoje eu tenho que desaprender, pois sou lúcida, não culpo ninguém , homem nenhum pela minha solidão,mas culpo aquele que agride sim , pois ele é adulto e pode se esquivar. O duro é que eles também são doentes e não sabem. (Não sei, falo nas entrelinhas de uma doença que muitos homens tem e fazem mal a crianças indefesas) Sou vítima disso e não sei quando vou conseguir me libertar.Nunca apanhei de namorado,mas de pai sim e entendo porque algumas apanham, aprendeu desde a infância, e até se livrar disso demora muito. Se eu que faço terapia, tenho dificuldades de gostar de alguém bom, imagine pessoas ignorantes e sem muita escolha, sem auto -estima. Ainda estou desenvolvendo a minha, pois isso é algo que nossos pais não ensinam.Pelo menos os meus não souberam e aíii???
Abraços
LU

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